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07 de Abril de 2018
Pesquisadores criam "plástico" a partir de mandioca
Grupo da Unesp de Rio Preto estuda o amido de mandioca como matéria-prima para a produção de materiais plásticos biodegradáveis, em substituição aos poluentes, derivados de petróleo
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 Ao Utilizar o amido de mandioca (polvilho) como matéria-prima para a produção de materiais "plásticos" biodegradáveis para que possam substituir pelo menos parte dos derivados de petróleo. Esse é o trabalho de pesquisadores do Departamento de Engenharia e Tecnologia de Alimentos do Ibilce, em Rio Preto. Os principais benefícios são baixo custo, abundância da matéria-prima e renovabilidade.

O professor Francisco Lopes, da Unesp de Rio Preto, explica que as embalagens plásticas são uma das alternativas para promover um aumento na vida útil dos produtos alimentícios, no entanto, a maioria dos plásticos utilizados hoje causa danos ao meio ambiente. "A necessidade de reduzir esses danos e oferecer sustentabilidade levou ao desenvolvimento de materiais biodegradáveis que após o uso são prontamente assimilados na natureza sem efeitos danosos".

Dentro dessa premissa entra o amido de mandioca (polvilho), que é abundante no País e uma fonte renovável. As embalagens e envoltórios plásticos biodegradáveis, que se degradam em semanas ou alguns meses, podem substituir o plástico produzido do petróleo, que é altamente poluidor e demora mais de 150 anos para sua degradação. "A novidade é utilizar biomassa na produção de material biodegradável".

O estudo também já é feito por outros pesquisadores há algum tempo, cerca de cinco anos, entretanto, a continuidade das pesquisas é para obter melhorias da performance funcional do material. Os plásticos produzidos têm apresentado boas propriedades de aparência e permeabilidade a gases, mas necessitam de um reforço para aumentar sua resistência. "O que já se obteve é um plástico transparente com boa flexibilidade e resistência média", disse o professor. Dessa forma, estudos estão sendo feitos para incorporar outros compostos na matriz do amido, como o uso de nanopartículas de minerais e fibras vegetais.

Outra matéria-prima que vem sendo utilizada é a zeína, proteína do milho obtida depois da moagem do grão para a produção do amido de milho. Esta proteína é subutilizada na composição de rações para animais, entretanto tem características únicas, afirma Lopes. "Testes mostraram que o processamento da zeína com ácido oleico produz filmes plásticos flexíveis, transparentes e termorresistentes e que, dependendo do tipo de uso, como em coberturas de frutas, pode ser comestível".

O professor diz que outro estudo utilizou, além dos óleos de oliva, buriti e macadâmia, a incorporação de partículas minúsculas de silicato (material 

 Fonte: Diário da Região


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